quarta-feira, 5 de julho de 2017

Prevenção ao uso de drogas nas escolas



Dia-a-dia Educação Especial - Prevenção ao uso de drogas


Entrevista com Silvio Alves, técnico pedagógico da Coordenação de Desafios Educacionais Contemporâneos, ligada à Diretoria de Políticas e Programas Educacionais da Seed-PR, falando sobre Prevenção ao Uso de Drogas.
 Ele inicia dizendo que o trabalho de prevenção ao uso de drogas é considerado um desafio contemporâneo porque existe uma precocidade no contato com as drogas somado ao fato de que estudos apontam que é ineficiente a abordagem das escolas com relação à prevenção ao uso das drogas. Para tanto, ele aponta que o melhor caminho para alcançar a melhoria é, primeiro, iniciar prematuramente o trabalho de prevenção dentro das escolas, com educação infantil; segundo, o conhecimento, a discussão, a problematização dentro das disciplinas, porém isso só é possível a partir de uma gestão democrática efetiva, visto que é necessário planejar, organizar suas ações para que elas surtam o efeito desejado. Muitas vezes o uso de drogas e práticas de indisciplina e violência é um reflexo da desorganização da própria escola, contudo, explica os três aspectos relevantes que induz uma criança/adolescente usar drogas: primeiro é facilidade ao acesso; o segundo é o estilo de vida, a cultura do remédio; terceiro é o risco, correr risco é emocionante! Ele comenta que a Seed atua no sentido de produzir material de apoio didático-pedagógico (como o Caderno Temático de Prevenção ao Uso Indevido de Drogas), na organização de eventos de formação continuada sobre o tema e ações interinstitucionais para auxiliar na conscientização da importância da prevenção ao uso de drogas, mas coloca a necessidade de políticas públicas centralizadas para amenizar o problema. Com relação aos encaminhamentos ele esclarece que em casos de flagrante de uso de drogas e/ou entorpecentes dentro da escola, é necessário fazer a abordagem, a notificação e encaminhamento ao Conselho Tutelar ou à Polícia, mas a escola pode utilizar-se também da Rede Social de Proteção e de Prevenção ao Uso de Drogas, encaminhando o aluno usuário às instituições competentes para o acompanhamento e/ou tratamento.

Finalizando, ele comenta que nem sempre o ato de violência está relacionado com o uso de drogas e entorpecentes, na verdade essas substâncias potencializam a personalidade da pessoa e se ela tem tendência à violência, então o ato de violência pode acontecer.

Veja vídeo:






terça-feira, 4 de julho de 2017



PROPOSTA DE SONDAGEM PARA ALUNOS COM  SURDEZ

Da mesma maneira, que qualquer outro aluno, o aluno com surdez na fase de alfabetização deve ser avaliado periodicamente, para ver como está o seu desempenho na aquisição da escrita, já que ele passa por duas Sondagens. Avaliação de sondagem de crianças com surdez.

<ul><li>Em sala de aula o professor precisa ensinar o conteúdo e provavelmente ele não sabe LIBRAS, deve contar com um int...


A Sondagem é importante para que o professor veja em qual nível está o seu aprendizado de seus alunos, e se o método usado por ele estar sendo eficaz ou não, ou seja, a Sondagem não é apenas para avaliar o aluno, mais também o trabalho do professor, se o seu método esta atingindo o resultado esperado, ou não.

Vale frisa que a primeira Sondagem deve ser feita no início do ano letivo com todos os alunos, para verificar o desempenho de cada um, para que possa fazer o seu planejamento de acordo com a sua turma.







Fotos: Contar a história a crianças surdas. Uma Maravilha! <ul><li>Vanda Marques e Ana João - interprete de LPG (Língua Ge...O aluno com surdez passa por dois tipos de Sondagens :a Sondagem da Língua Brasileira de Sinais, que realizado por um intérprete, ou pelo professor do AEE, esse profissional responde um questionário indicando qual a fluência desse aluno em Libras, o teste acontece da seguinte maneira, é contada uma pequena história traduzida em Libras para o aluno, por duas vezes e depois o intérprete pede para o aluno recontar a história. A outra é a Sondagem da Língua Portuguesa na modalidade escrita, e quem realiza é o professor com o auxílio do profissional intérprete, ou pelo professor do AEE, é mostrado para o algumas imagens, e o professor pede para o que o aluno escreva o que esta entendendo, e preenche um questionário da mesma forma que a Sondagem em Libras. Para garantir uma boa avaliação, é de suma importância, uma boa relação entre os dois profissionais responsáveis pelo aluno.
Lei nº 10.4436, de 4 de abril de 2002, que reconhece a LIBRAS, como segunda língua.
Línguas de sinais
língua de modalidade visuo-espacial,
com estrutura lingüística diferente da
Língua Portuguesa, sendo com...

Alfabeto




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REFERÊNCIA:

 USADO COM REFERÊNCIA E INDICO PARA LEITURA É UMA ÓTIMO LIVRO.










Para maiores informações sobre surdez acesse esses links:

Marcadora: Francisca Fabiana do Nascimento Calacio








 ENTENDENDO O QUE É DISPRAXIA


É uma disfunção motora neurológica que impede o cérebro de desempenhar os movimentos corretamente, ou seja, é um transtorno de aprendizagem caracterizado por uma má coordenação motora e problemas de orientação espacial.


SINTOMAS MAIS COMUNS :

  • Dificuldades em escadas,
  • Aprende a usar o banheiro mais lentamente,
  • Dificuldades no manuseio de quebra-cabeças,
  • Dificuldade em vestir-se e usar talheres nas refeições,
  • Tende a colidir ou esbarrar em objetos,
  • Pode apresentar dificuldades na localização espacial, como encontrar o caminho em prédios grandes,
  •  Na escola, apresenta dificuldades na escrita, como segurar o lápis ou posicionar as letras, planejamento do desenho e em atividades físicas


A fluência na escrita é difícil para estas crianças. Atividades de higiene podem ser difíceis, bem como vestir-se, abotoar e desabotoar, o que impacta na organização da aparência pessoal. Na vida social, a falta de coordenação motora pode inibir a criança de participar de brincadeiras com seus pares e a participação em jogos de equipe.



ALGUMAS SUGESTÕES PARA SE TRABALHAR EM SALA DE AULA


  • Permitir que o aluno encontre ferramentas para a produção da escrita que seja confortável a ele, como diferentes tipos de lápis, caneta, borracha, etc.
  • Motivar sempre o aluno a produzir uma grafia legível: disponibilizar, por exemplo, a opção de escrever em letra de forma para que seja mais confortável. Providenciar papéis com pauta, ou então permitir que ele utilize régua quando apropriado.
  • Pedir apenas a quantidade de trabalho que o aluno consiga produzir em sala de aula e no tempo apropriado. Não deixar a criança passar os recreios e horários de lanche terminando a atividade realizada em sala de aula.
  • A criança na idade escolar frustra-se em ver a má aparência de sua letra ou desenho e isto, a torna consciente de que não apresenta habilidades necessárias para tal atividade. Ao invés de reforçar esta percepção, procurar dar uma devolutiva de melhora em seu trabalho e o tanto que isso é importante.
  • Ao corrigir o trabalho de uma criança “dispráxica”, evitar marcar todos os erros que ela apresentar em seu caderno, e sim, registrar estas observações no livro de notas do professor.
  • Incentivar a apresentação oral de trabalhos ao invés de dissertação escrita.


 O ideal é a abordagem multidisciplinar, que envolve fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, fonoaudiólogo e psicólogo,  educacional. Exercícios físicos específicos podem auxiliar o desenvolvimento da consciência corporal e o planejamento das tarefas motoras. Abordagens multissensoriais auxiliam o aprendizado da escrita. Técnicas comportamentais podem ajudar no desenvolvimento de habilidades sociais, sobretudo a comunicação não verbal..

Crianças com dispraxia podem aprender a digitar com destreza e rapidez, assim, com o uso do computador, o fracasso escolar pode ser superado, considerando que a parte cognitiva não é afetada.

Existem experiências em andamento que jogos com a tecnologia kinect possam ajudar muito, pois em alguns casos, a falta de progresso pode estar mais relacionada com a baixa auto-estima e o receio de exposição ao fracasso, assim, o treinamento com esses equipamentos tem trazido algum resultado.


  


CONSCIENTIZAÇÃO PARA A CULTURA SURDA

Ao estudar a cultura surda e a construção de sua forma de comunicação (a língua de sinais), é possível perceber alguns relances de estigmas sofridos na construção dessa cultura e na reafirmação de sua língua. Ao longo da história dos surdos, muitos estereótipos foram usados para se referir aos surdos, tais como: o mudo, deficiente, anormal, doente e outros mais.
A surdez muitas vezes foi associada a aspectos cognitivos, por estes motivos, através da história o surdo sofreu preconceitos e não pôde exercer sua cidadania. Por não ser considerado inteligente, o sujeito surdo foi estigmatizado por ser considerado louco e incapaz. O termo surdo-mudo ainda é usado até hoje por pessoas que não param para refletir que o fato de não ouvir não torna alguém mudo (OLIVEIRA; OLIVEIRA, 2011).
Historicamente, o surdo carrega um traço específico que o afasta da relação cotidiana, um estigma. Na Grécia antiga, onde predominava os padrões de beleza ideais firmados a partir de medidas proporcionais e simétricas, os deficientes eram considerados inválidos e por vezes sacrificados. Sem a possibilidade de oralização eram vistos como animais, já que o pensamento (racionalidade humana) se dava mediante a fala. Em Roma, os surdos eram privados dos direitos legais, não casavam, não herdavam bens e, segundo a igreja católica, eram destituídos da salvação, não tinham direito a uma redenção espiritual, assim como não acreditavam que os surdos deveriam ser educados, privando-os de qualquer desenvolvimento intelectual e moral. Na antiga China, os surdos eram jogados no mar ainda vivos; em Esparta, os surdos eram jogados de rochedos; em Gales, nas festas religiosas os surdos eram usados como sacrifícios (CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA de SURDOS apud LIMA e BARRETO, 2011).
Os surdos sempre foram estigmatizados e considerados de menor valor social. Pelo fato de não falarem eram considerados “humanamente inferiores”. A língua de sinais não era reconhecida, sendo considerada uma mímica gestual.
A visão ouvintista torna o surdo incapacitado e não respeita sua cultura e sua língua, que é a língua de sinais. A comunidade ouvinte estereotipa os surdos como deficiente pelo fato de eles não falarem oralmente (STRÖBEL, 2007).
Atualmente, não podemos negar a visibilidade que a comunidade surda alcançou, sendo umas de suas grandes conquistas a legitimação da LIBRAS enquanto língua oficial, bem como uma legislação voltada para a regulamentação do direitos dos surdos a interpretes nas instituições públicas, como também o aumento considerável de estudos científicos sobre a surdez e os surdos.
A LIBRAS, como qualquer outra língua, não é natural, é construída, organizada e reorganizada no âmbito da interação social, portanto, é na relação com outros sujeitos que se constrói a identidade, no uso que se faz com a língua e nas relações que a mesma estabelece, é uma língua independente e reafirmar que a mesma é derivada da língua do país local.
Não podemos mais uma vez afirmar que houve um rompimento com o estigma, entretanto, tem ocorrido, com estas medidas, alterações consideráveis nas representações sobre a surdez, são estas mudanças ou a indução a estas mudanças através de práticas e ideias difundidas que se tornam de extremo interesse para a compreensão dos arranjos sociais.
As escolas inclusivas tem o objetivo de ensinar a viver e respeitar as diferenças, todavia, compreender essas diferenças para poder agir nelas é essencial, por isso, até este ponto o estudo dedicou-se em apresentar a história do surdo, sua cultura, língua e estigmas sofridos na busca de enriquecer a visão de profissionais envolvidos no sistema educacional de alunos surdos.


 Liderados pela essa visão de inclusão foi proposto pela professora Bruna Rodrigues da Silva, professora que administra a disciplina de Libras-Línguas Brasileira de Sinais que fizéssemos a interpretação de uma música em Libras (uma escolha a livre árbitro), na qual foi escolhido por nós a música Ninguém explica Deus da banda gospel Preto no Branco. Foi maravilhoso o contato com a forma de sinalização, aprendemos muito e vai ficar sempre nosso respeito e nossa admiração pelos surdos.

História da Educação de Surdos



Desde a antiguidade, os Surdos sempre foram discriminados e considerados incapazes. De acordo com Capovilla & Raphael (2008), naquela época era muito forte a concepção de que a linguagem falada era a única forma de linguagem possível.

            Os autores destacam que, já no século IV a.C., Aristóteles supunha que todos os processos envolvidos na aprendizagem ocorressem por meio da audição e que, por isso, os Surdos tinham menos chances de aprenderem se comparados aos cegos. Ao longo da História, continuaram a sofrer preconceitos de toda espécie, sendo, comumente, excluídos do convívio social e proibidos de exercerem direitos como: o recebimento de heranças e o casamento. A história da Educação de Surdos é marcada por diversas tentativas e métodos de comunicação. Algumas pessoas se dedicaram a ensinarem aos Surdos e, principalmente, a se comunicarem com eles por meio dos sinais.

            Dentre os principais nomes, destaca-se o abade L’Epée, francês que criou a primeira escola para Surdos na cidade de Paris, no ano de 1760, sendo referência na formação de professores Surdos e servindo como incentivo à fundação de muitas outras escolas em diversos países. Outra personalidade vinculada à Educação de Surdos é Hernest Huet, professor Surdo, também francês, que veio ao Brasil, para fundar a primeira Escola para Surdos, a convite de D. Pedro II.





                         

                             https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/cotidiano/historia-da-educacao-de-surdos/65157  

                                                                                    Alan jones Porto

segunda-feira, 3 de julho de 2017

A Educação deve ser para todos.




A Educação deve ser para todos .

Como vimos através da disciplina ministrada pela professora Paixão do terceiro período Educação Especial, onde foi bastante debatido em sala de aula, a politica nacional de educação especial na perspectiva da educação inclusiva.
Tivemos a oportunidade de ver que a inclusão de pessoas com necessidades especial , juntamente com as pessoas ditas normais numa mesma sala junta, na realidade não nos contempla .
Podemos elencar vários aspectos que deixam esse alunos de uma certa forma excluído, dentre eles o despreparo dos professores, o ambiente deve estar adequado para recebê- los, a falta de equipamento disponivel para atende-lo com um minimo de dignidade, pois e crescente o numero  de pessoas com esta necessidade no  Brasil. 





https://www.youtube.com/watch?v=Nga32TbmGaE

O Que Fazer Com Tanta Informação?

Dia após dia somos bombardeados com informações vindas de todos os lados, de redes sociais, da internet, do boca-a-boca, etc. No ...