quinta-feira, 6 de julho de 2017

EDUCAÇÃO Á DISTÂNCIA





EDUCAÇÃO Á DISTÂNCIA UM DOS RECURSOS TECNOLÓGICOS QUE ESTÁ FAZENDO REVOLUÇÃO NA EDUCAÇÃO

  O ano de 2000 foi o marco inicial do ensino à distância. Essa modalidade, até então desconhecida, começou com uma certa timidez, basta ver que em 2003, havia no Brasil 52 cursos com cerca de 50 mil alunos matriculados.

  No entanto foi sendo bastante difundida, com a utilização dos recursos tecnológicos que dispõe a grande mídia , através dos jornais, da televisão e da própria internet, fazendo com que este tipo de educação fosse ganhando espaço e atingindo um número cada vez maior de interessados , tanto que chegou em 2013 com 120 mil cursos e 1,1 milhão de alunos matriculados , isso dados oficiais.

  O motivo desse avanço no número de cursos e de alunos matriculados, deu-se pela comodidade que esta modalidade trouxe para oferecer aos alunos. A grande maioria destes alunos é composta de trabalhadores ,que exerce sua profissão durante o dia e estuda à noite e nos fins de semana de sua própria residência, ou seja no conforto do seu lar..

  O sucesso desta modalidade de ensino é tão evidente que já há cursos em que o desempenho está melhor avaliado do que em cursos do sistema presencial.

https://www.youtube.com/watch?v=8-ihYeDXgr8
https://www.youtube.com/watch?v=4El7MKxUp1g






                                                                                                 Francisco Ernesto Sampaio Filho

quarta-feira, 5 de julho de 2017


OFICINA: O USO ADEQUADO DA VOZ COMO RECURSOS DIDÁTICOS NA EDUCAÇÃO

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Foi realizado no dia 04 de julho 2017, a oficina , o uso adequado da voz como Recurso Didático na Educação, promovido pela professora Naira Lopes e ministrada pelo estudante curso de música UFPI Jackson Dias Rocha.

Objetivo dessa oficina foi promover o desenvolvimento do uso adequado da voz como recurso didático na educação.
A justificativa é que o uso adequado da voz e seus recursos é determinante no processo educacional, visto que a utilizamos como meio de comunicar os mais variados assuntos e disciplinas. Para uma boa comunicação oral é necessário que, tanto o aluno quanto o professor, tenham uma boa postura vocal, com clareza nas ideias e expressão.
A metodologia foi constituída de fundamentação teórica, seguida de exercícios e finalizada com breves apresentações dos alunos, como experimento das técnicas apreendidas.

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ENSINANDO ALGUMAS TÉCNICAS VOCAIS
Jackson Dias, explanou alguns conteúdos como:
  • Teoria e conceito;
  • A respiração;
  • O aquecimento do corporal e vocal;
  • Técnica vocal;
  • Dicção e Projeção vocal;
  • Exercícios práticos
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    JACKSON DIAS EXPLICANDO O CONTEÚDO       
Jackson Dias, mostrou o quanto a voz é importante, e que como qualquer parte do nosso corpo precisar ser exercitada. Para ele a melodia da voz é como uma onda, falou ainda que a respiração é a base da técnica vocal. Mencionou durante a palestra que é preciso fortalecer as cordas vocais e esse fortalecimento ocorre com exercícios que devem ser praticados todos os dias,mas segundo ele esses exercícios não podem ultrapassar dez  minutos. Além disso, ensinou alguns exercícios de técnicas vocais, que podem serem feitos a qualquer momento basta que tenhamos um pouco de disponibilidade  para realizá-lo, como é o caso de apenas três silabas que ele nos apresentou que as ótimas para fortalecer a respiração: RA PU TI.

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REALIZANDO EXERCÍCIOS COM A TURMA


Em complementação, a tudo que foi exposto por Jackson Dias, sobre a importância da voz e de como ela deve ser bem cuidada, veremos parte de uma matéria realizada pela repórter Vanessa Fajardo do G1, em São Paulo.

Esforço nas aulas faz professora ser afastada por problemas na voz

Solange de Oliveira está há 3 anos afastada e assumiu função burocrática.


 A professora Solange Aparecida de Oliveira, de 49 anos, está há três anos afastada da sala de aula e trabalha no setor administrativo da Escola Municipal de Educação Infantil Cecília Meireles, em São Matheus, na Zona Leste de São Paulo. Há pelo menos oito anos sentiu os primeiros problemas na voz, resultado de mais de duas décadas dando aulas na educação infantil. Ficava rouca, com a voz áspera, muitas vezes, totalmente afônica. Chegou a dar aulas fazendo mímica.


“É mais difícil lidar com criança pequena, elas exigem, há uma rotina a ser cumprida: roda de leitura, de conversa, aula de música, parque, jogos, atividades externas. Perdia a voz com muita frequência, sentia dores na garganta, minha diretora falava: você não pode ficar assim. Perder a voz mexe com o emocional da gente”, afirma.
Solange simboliza uma pequena amostra de um cenário bem mais complexo que atinge a categoria dos docentes. Estudo feito pelo Sindicato dos Professores de São Paulo (Sinpro SP), mostra que 63% dos professores entrevistados (1651 docentes da rede básica de ensino) já tiveram problema na voz, sendo que 11% apresentava alguma alteração no momento da pesquisa. Entre 14 sintomas listados que denotam problemas como rouquidão, pigarro, garganta seca, entre outros, cada pessoa respondeu que tinha, em média, 3,7 sintomas.
DICAS PARA O PROFESSOR NÃO PERDER A VOZ
- Bebe água regularmente
- Fique atento ao volume de voz. Perceba em quais momentos você pode falar mais baixo
- Articule bem as palavras
- Evite pigarrear em excesso
-Mantenha uma alimentação regular e saudável
- Após um período de uso excessivo da voz, tente descansá-la
- Ao dar uma informação longa aos alunos, fique de frente para a classe olhando para os alunos
- Evite falar muito tempo virado para a lousa
- Com orientação fonoaudiológica, faça exercícios de aquecimento e desaquecimento vocal
- Ao perceber sintomas como rouquidão, dor na garganta, cansaço vocal, falhas na voz, excesso de pigarro, desconforto ao falar, procure um médico otorrinolaringologista e um fonoaudiólogo
Fonte: Fabiana Zambon – Sinpro SP

A fonoaudióloga especialista em voz do Sinpro SP, Fabiana Zambon, diz que o grande problema é que o professor não tem na formação conhecimento para cuidar e prevenir a voz. "Quando percebe que está com problema é porque já precisa de tratamento. O professor usa a voz de forma diferente das outras pessoas, concorre com ruído de fora, da classe, tem de falar mais forte porque tem um número de alunos para atingir. Mesmo os que não apresentam problema, teriam de passar por uma avaliação."




             








Acesse o link:
http://g1.globo.com/ma/maranhao/noticia/2013/04/no-dia-da-voz-conheca-algumas-dicas-para-manter-saude-vocal.html




Marcadora: Francisca Fabiana do Nascimento Calacio                                                                        

A IMPORTÂNCIA DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA COMO PRÁTICA EDUCATIVA

A IMPORTÂNCIA DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA COMO PRÁTICA EDUCATIVA 

          A contação de histórias é uma das atividades mais antigas de que se tem notícia. Essa arte remonta à época do surgimento do homem há milhões de anos. Contar histórias e declamar versos constituem práticas da cultura humana que antecedem o desenvolvimento da escrita.
          A contação de histórias é atividade própria de incentivo à imaginação e o trânsito entre o fictício e o real. Ao preparar uma história para ser contada, tomamos a experiência do narrador e de cada personagem como nossa e ampliamos nossa experiência vivencial por meio da narrativa do autor. Os fatos, as cenas e os contextos são do plano do imaginário, mas os sentimentos e as emoções transcendem a ficção e se materializam na vida real. (RODRIGUES, 2005, p. 4). 
       A turma de pedagogia do 4º período noite/ufpi, foi agraciada com uma oficina de contação de historia mediada pela professora Naira Lopes, na qual foram repassadas técnicas através da Talita Dumont  para uma boa contação de historia.
          Para se contar uma boa historia precisamos de:

DELIMITAR AS PARTES DA HISTÓRIA :
Introdução - momento que fala do tempo, espaço e  personagens determinantes dentro da trama da história;
Enredo - momento de desenvolvimento da história, mostrando seus episódios, conflitos e a ação dos personagens;
Ponto Culminante - trata-se da parte mais emocionante da história, o ápice ou o clímax;  
Desfecho - o final da história é muito importante para fechar o ciclo da aventura. De preferência um desfecho simples evitando uma moral da história.
         A contação de histórias é uma atividade fundamental que transmite conhecimentos e valores, sua atuação é decisiva na formação e no desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem. 

 

https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/pedagogia/a-importancia-da-/52666
http://www.revistamediacao.com.br/repositorio/volume_06/a_importancia_da_contacao_de_historias_para_o_processo_de_alfabetizacao_e_na_formacao_de_leitores.pdf

Prevenção ao uso de drogas nas escolas



Dia-a-dia Educação Especial - Prevenção ao uso de drogas


Entrevista com Silvio Alves, técnico pedagógico da Coordenação de Desafios Educacionais Contemporâneos, ligada à Diretoria de Políticas e Programas Educacionais da Seed-PR, falando sobre Prevenção ao Uso de Drogas.
 Ele inicia dizendo que o trabalho de prevenção ao uso de drogas é considerado um desafio contemporâneo porque existe uma precocidade no contato com as drogas somado ao fato de que estudos apontam que é ineficiente a abordagem das escolas com relação à prevenção ao uso das drogas. Para tanto, ele aponta que o melhor caminho para alcançar a melhoria é, primeiro, iniciar prematuramente o trabalho de prevenção dentro das escolas, com educação infantil; segundo, o conhecimento, a discussão, a problematização dentro das disciplinas, porém isso só é possível a partir de uma gestão democrática efetiva, visto que é necessário planejar, organizar suas ações para que elas surtam o efeito desejado. Muitas vezes o uso de drogas e práticas de indisciplina e violência é um reflexo da desorganização da própria escola, contudo, explica os três aspectos relevantes que induz uma criança/adolescente usar drogas: primeiro é facilidade ao acesso; o segundo é o estilo de vida, a cultura do remédio; terceiro é o risco, correr risco é emocionante! Ele comenta que a Seed atua no sentido de produzir material de apoio didático-pedagógico (como o Caderno Temático de Prevenção ao Uso Indevido de Drogas), na organização de eventos de formação continuada sobre o tema e ações interinstitucionais para auxiliar na conscientização da importância da prevenção ao uso de drogas, mas coloca a necessidade de políticas públicas centralizadas para amenizar o problema. Com relação aos encaminhamentos ele esclarece que em casos de flagrante de uso de drogas e/ou entorpecentes dentro da escola, é necessário fazer a abordagem, a notificação e encaminhamento ao Conselho Tutelar ou à Polícia, mas a escola pode utilizar-se também da Rede Social de Proteção e de Prevenção ao Uso de Drogas, encaminhando o aluno usuário às instituições competentes para o acompanhamento e/ou tratamento.

Finalizando, ele comenta que nem sempre o ato de violência está relacionado com o uso de drogas e entorpecentes, na verdade essas substâncias potencializam a personalidade da pessoa e se ela tem tendência à violência, então o ato de violência pode acontecer.

Veja vídeo:






terça-feira, 4 de julho de 2017



PROPOSTA DE SONDAGEM PARA ALUNOS COM  SURDEZ

Da mesma maneira, que qualquer outro aluno, o aluno com surdez na fase de alfabetização deve ser avaliado periodicamente, para ver como está o seu desempenho na aquisição da escrita, já que ele passa por duas Sondagens. Avaliação de sondagem de crianças com surdez.

<ul><li>Em sala de aula o professor precisa ensinar o conteúdo e provavelmente ele não sabe LIBRAS, deve contar com um int...


A Sondagem é importante para que o professor veja em qual nível está o seu aprendizado de seus alunos, e se o método usado por ele estar sendo eficaz ou não, ou seja, a Sondagem não é apenas para avaliar o aluno, mais também o trabalho do professor, se o seu método esta atingindo o resultado esperado, ou não.

Vale frisa que a primeira Sondagem deve ser feita no início do ano letivo com todos os alunos, para verificar o desempenho de cada um, para que possa fazer o seu planejamento de acordo com a sua turma.







Fotos: Contar a história a crianças surdas. Uma Maravilha! <ul><li>Vanda Marques e Ana João - interprete de LPG (Língua Ge...O aluno com surdez passa por dois tipos de Sondagens :a Sondagem da Língua Brasileira de Sinais, que realizado por um intérprete, ou pelo professor do AEE, esse profissional responde um questionário indicando qual a fluência desse aluno em Libras, o teste acontece da seguinte maneira, é contada uma pequena história traduzida em Libras para o aluno, por duas vezes e depois o intérprete pede para o aluno recontar a história. A outra é a Sondagem da Língua Portuguesa na modalidade escrita, e quem realiza é o professor com o auxílio do profissional intérprete, ou pelo professor do AEE, é mostrado para o algumas imagens, e o professor pede para o que o aluno escreva o que esta entendendo, e preenche um questionário da mesma forma que a Sondagem em Libras. Para garantir uma boa avaliação, é de suma importância, uma boa relação entre os dois profissionais responsáveis pelo aluno.
Lei nº 10.4436, de 4 de abril de 2002, que reconhece a LIBRAS, como segunda língua.
Línguas de sinais
língua de modalidade visuo-espacial,
com estrutura lingüística diferente da
Língua Portuguesa, sendo com...

Alfabeto




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REFERÊNCIA:

 USADO COM REFERÊNCIA E INDICO PARA LEITURA É UMA ÓTIMO LIVRO.










Para maiores informações sobre surdez acesse esses links:

Marcadora: Francisca Fabiana do Nascimento Calacio








 ENTENDENDO O QUE É DISPRAXIA


É uma disfunção motora neurológica que impede o cérebro de desempenhar os movimentos corretamente, ou seja, é um transtorno de aprendizagem caracterizado por uma má coordenação motora e problemas de orientação espacial.


SINTOMAS MAIS COMUNS :

  • Dificuldades em escadas,
  • Aprende a usar o banheiro mais lentamente,
  • Dificuldades no manuseio de quebra-cabeças,
  • Dificuldade em vestir-se e usar talheres nas refeições,
  • Tende a colidir ou esbarrar em objetos,
  • Pode apresentar dificuldades na localização espacial, como encontrar o caminho em prédios grandes,
  •  Na escola, apresenta dificuldades na escrita, como segurar o lápis ou posicionar as letras, planejamento do desenho e em atividades físicas


A fluência na escrita é difícil para estas crianças. Atividades de higiene podem ser difíceis, bem como vestir-se, abotoar e desabotoar, o que impacta na organização da aparência pessoal. Na vida social, a falta de coordenação motora pode inibir a criança de participar de brincadeiras com seus pares e a participação em jogos de equipe.



ALGUMAS SUGESTÕES PARA SE TRABALHAR EM SALA DE AULA


  • Permitir que o aluno encontre ferramentas para a produção da escrita que seja confortável a ele, como diferentes tipos de lápis, caneta, borracha, etc.
  • Motivar sempre o aluno a produzir uma grafia legível: disponibilizar, por exemplo, a opção de escrever em letra de forma para que seja mais confortável. Providenciar papéis com pauta, ou então permitir que ele utilize régua quando apropriado.
  • Pedir apenas a quantidade de trabalho que o aluno consiga produzir em sala de aula e no tempo apropriado. Não deixar a criança passar os recreios e horários de lanche terminando a atividade realizada em sala de aula.
  • A criança na idade escolar frustra-se em ver a má aparência de sua letra ou desenho e isto, a torna consciente de que não apresenta habilidades necessárias para tal atividade. Ao invés de reforçar esta percepção, procurar dar uma devolutiva de melhora em seu trabalho e o tanto que isso é importante.
  • Ao corrigir o trabalho de uma criança “dispráxica”, evitar marcar todos os erros que ela apresentar em seu caderno, e sim, registrar estas observações no livro de notas do professor.
  • Incentivar a apresentação oral de trabalhos ao invés de dissertação escrita.


 O ideal é a abordagem multidisciplinar, que envolve fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, fonoaudiólogo e psicólogo,  educacional. Exercícios físicos específicos podem auxiliar o desenvolvimento da consciência corporal e o planejamento das tarefas motoras. Abordagens multissensoriais auxiliam o aprendizado da escrita. Técnicas comportamentais podem ajudar no desenvolvimento de habilidades sociais, sobretudo a comunicação não verbal..

Crianças com dispraxia podem aprender a digitar com destreza e rapidez, assim, com o uso do computador, o fracasso escolar pode ser superado, considerando que a parte cognitiva não é afetada.

Existem experiências em andamento que jogos com a tecnologia kinect possam ajudar muito, pois em alguns casos, a falta de progresso pode estar mais relacionada com a baixa auto-estima e o receio de exposição ao fracasso, assim, o treinamento com esses equipamentos tem trazido algum resultado.


  

O Que Fazer Com Tanta Informação?

Dia após dia somos bombardeados com informações vindas de todos os lados, de redes sociais, da internet, do boca-a-boca, etc. No ...